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2011 Grandes Mudanças

Ola Meninas,

Gostaria de desejar a todos vocês um Feliz 2011, com muita saúde, paz, felicidade e muitos trabalhinhos para esse ano de 2011.
Estou bastante empolgada com 2011, a reforma da minha casa começa agora em Fevereiro, meu Atelie irá sair, realmente será de grandes mudanças, estarei bastante ocupada talvez isso atrapalhe um pouco meus trabalhos, a atualização do blog, mas será para um bem maior...rs

Terei um espaço só para mim, estou contente por isso, vou poder me dedicar mais aos meus trabalhos, serão uns 6 meses de turbulência, nos  mudaremos (eu e meu marido) para um apartamento provisório, mas a recompensa valerá apena o trabalho.

Nossa casa de boneca, como a chamam nossos visinhos será desmontada, pois hoje não esta adequada ao nosso dia a dia, ficou pequena, mas vou ficar com saudades da nossa casa de boneca, mas tudo na vida é necessário mudanças e as vezes precisamos começar pelo nosso "reduto", nosso lar.  Uma foto do Chalé para deixar de recordação...rs Essa é a nossa casa de boneca.

Desejo que seja de mudanças para todos nós não só de mudança física, mas mudança interior que tenhamos mais paciência com o outro, compaixão, humildade de perdir desculpas quando erramos e perdoar quando o outro erra, afinal são todos seres humanos faliveis de erro. Não somos perfeitos então não exija a perfeição. Isso preciso realmente apreender sou perfeccionista demais e isso as vezes atrapalha mais do que ajuda.

Bom meninas vamos começar com o pé direito esse ano de 2011, e se ja começou com o esquerdo não faz mal é só acertar o pé e começar de novo, e devolta aos trabalhos!

Beijos e nos vemos por aqui.
Chris


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Patchwork

A tradução literal de patchwork é "trabalho com retalho". É uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. O patchwork é a parte superior ou topo do trabalho, já o trabalho completo é o acolchoado, formado pelo topo mais a manta acrílica e o tecido fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como quilting ou acolchoamento.


Colcha realizada em Patchwork

Histórico

Existem registros históricos de que o homem faz acolchoados desde que aprendeu a tecer. No século IX a.C., os faraós já usavam roupas com técnicas similares. Existe uma versão de que esta técnica foi levada por comerciantes para o antigo Oriente, depois viajou para a atual Alemanha, até que chegou à Inglaterra no século XI, sendo utilizada para fazer tapetes e túnicas clericais. Mas os primeiros tapetes e acolchoados surgiram somente no século XVI, época de Henrique VIII, e costumavam ser presentes de casamento muito admirados. Os cavaleiros da Idade Média também usavam acolchoados como proteção, embaixo da armadura de metal.


Trabalho em Patchwork

Em meados do século XVII, a arte de quiltar chegou às Américas, mais especificamente aos Estados Unidos e Canadá. Trazida pelos colonizadores, era comum ver colchas feitas de linho ou lã, em panos inteiros ou a partir de medalhões centrais e bordas, que permitiam o aproveitamento total de retalhos, já que tecidos eram considerados preciosidade, assim como linhas e agulhas (que eram passadas de mãe para filha). As técnicas eram transmitidas pelas mães e avós para suas descendentes, assim surgiram muitas tradições relacionadas a tecidos, cores e desenhos. Uma tradição de meados de 1800 pedia que a moça fizesse doze colchas antes de poder casar, sendo que a última deveria utilizar os blocos Double Wedding Ring (dois anéis de casamento entrelaçados).

Durante a Guerra da Independência dos EUA, apareceram muitas colchas com motivos patrióticos e símbolos relacionados à revolução. A partir de 1795, apareceram os blocos de patchwork e as bordas "despedaçadas", mas ainda em torno de um medalhão central. Em 1800, no início da época dos pioneiros, surgiram os blocos Nine Patch (nove retalhos) e Grandmother's Basket (cesta da vovó). Em 1806, começaram a trabalhar as colchas totalmente em blocos, no que passou a ser conhecido como padrão de cadeia irlandesa.

Em 1851, a invenção da máquina de costura caseira foi patenteada, o que trouxe muitas novidades. Com isso, apareceram mais blocos, como Dresden Plate (prato de Dresden ou margarida), Texas Star (estrela do Texas), Grandmother's Flowers Garden (jardim das flores da vovó), Bear's Paw (pata de urso), Schoolhouse (escola) e muitos mais. A agilidade na execução aumentou e começaram a surgir revistas especializadas em moldes e padrões.

O estouro da Bolsa de Valores dos Estados Unidos causou a Grande Depressão, que durou de 1929 a 1939, fazendo com que as quilteiras precisassem aproveitar todo e qualquer tecido disponível, usando formatos como o Apple Core (miolo de maçã) e os triângulos, que permitiam aproveitamento total dos tecidos. Nessa época surgiram os equipamentos para aplicação e a bonequinha Sunbonnet Sue (Sue com chapéu de sol).

A revolução trazida pela Segunda Guerra Mundial e pela liberação feminina, na década de 1960, desvalorizaram um pouco a tradição do patchwork. Porém, em 1979, a empresa Olfa lançou um sistema inventado pelo Sr. Y. Okada, que utilizava um cortador rotatório, uma placa de base (para não deixar a lâmina perder o fio) e réguas com marcações, permitindo corte mais rápido e com precisão. Era para facilitar o corte da seda, mas adaptava-se tanto ao patchwork, que revolucionou e agilizou o mundo do patchwork.


Desde então, houve o crescimento no interesse por essa arte. Nos Estados Unidos, é um mercado que movimenta mais de dois bilhões de dólares estadunidenses. Encontram-se quilteiras no mundo inteiro, incluindo o Brasil, Japão, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca e muitos outros países

Grandes indústrias têxteis desenvolvem anualmente tecidos especiais para o patchwork, assim como existem revistas, materiais e ferramentas que visam facilitar o trabalho. Os festivais promovem cada vez mais esta arte, que também pode ser considerada uma excelente diversão.

A cor é o elemento que mais chama a atenção numa peça de patchwork. O conhecimento da cor é uma boa base para obter ótimos resultados. Saber combinar as cores e os tons e conseguir uma harmonia entre eles, é um grande passo para quem deseja fazer um bom trabalho em patchwork.

Fonte: Wikipedia
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Quilting

A palavra quilt provém do latim culcita, uma espécie de colchão ou almofadão preenchido com algo macio e quente (assim como penas, lã ou cabelos) e usado para deitar ou cobrir. Quilting, que significa acolchoamento, e Patchwork são parceiros no mundo do artesanato, e têm estado juntos por milhares de anos.

As razões para se fazer um quilt são diversas: eles podem ser simplesmente algo para manter as pessoas quentes; eles podem ser cópias de velhos quilts, celebrando o passado; eles podem brincar com padrões e texturas de tecidos por puro prazer, pelo exercício e pela beleza do resultado.


Peça executada com a técnica de Quilting

Histórico


Evidências da existência do quilting retrocedem a vários séculos antes dos romanos. Um tapete funerário, achado na Rússia no chão do túmulo de um chefe, e datado de algo entre 100 a.C. a 200 d.C., é provavelmente o item mais antigo de quilting que sobreviveu.
                                                                                                                               
Um dos mais importantes usos do quilting em muitas sociedades antigas foi na confecção de armaduras pessoais e usados especialmente pelos exército da China, do Japão, da Índia e através da Europa, até a Idade Média, pois forneciam uma defesa efetiva contra golpes de espadas, lanças e flechas. Foram encontrados também alguns artigos sobreviventes ocasionais na Sicília, que datam do final do século XIV.

                                                                    Detalhe de um Quilt

Apesar da referência ao quilt ocorrer quase exclusivamente nos relatos e inventários das famílias das classes superiores da Idade Média, é razoável supor que mulheres das famílias pobres também faziam quilts. Alguns exemplos de quilting inglês datam do começo do século XVIII.

Patchwork e quilting eram ocupações comuns na maioria das sociedades, até que revestimentos e cobertas de cama passaram a ser manufaturados e ganharam disponibilidade geral. Só após isso passaram a ser associados aos pobres, que não podiam adquirir manufaturados e peças prontas. Esta associação entre patchwork e pobreza durou ate a mudança dos padrões sociais, após a Segunda Guerra Mundial, quando as mulheres começaram a sair de casa para trabalhar.

Na América do Norte, especialmente nos Estados Unidos, patchwork e quilting faziam parte da cena social, particularmente nas áreas rurais, onde eram praticados desde os tempos da colonização. Serviam como ferramenta de sobrevivência, de escape social devido a cooperação na montagem de itens grandes e, em geral, eram a única forma de expressão criativa de mulheres que muitas vezes viviam em lugares isolados. A execução de "blocos" certamente se desenvolveu por razões simples e práticas, pois eles eram fáceis de carregar quando a família se mudava e podiam ser trabalhados em horas ociosas tanto de períodos de mudança quanto em espaços pequenos.

O quilting estadunidense é o que tem tido maior influência nos anos recentes por todo o mundo, particularmente em lugares como Austrália e Japão.

 Fonte: Wikipédia: Referência (Wilkinson, Rosemary.The Quilter’s Handbook. Martingale and Company).

Até a próxima.
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